mimimidias em prosa
043 - por enquanto, mimimidias em prosa não há

043 - por enquanto, mimimidias em prosa não há

March 30, 2021

A mensagem que vocês vão escutar nesse episódio foi enviada pelo Tavos, no grupo do whatsapp do mimimidias na noite da quarta feira, dia 17/03/2021.

Depois de quase duas semanas de conversas e reflexões que nos fizeram sentir que o conteúdo expresso nela sintetiza sentimentos e angústias que nós três temos sentido tomamos algumas decisões. Consideramos escrever uma nota conjunta, mas preferimos compartilhar com vocês a mensagem original, pois acreditamos que os sentimentos expressos nela não se limitam só ao Tavos, sequer só ao mimimidias, mas que possivelmente vão ressoar com várias outras pessoas que criam conteúdo na internet - e nossa esperança é, com isso, iniciar uma conversa sobre a produção de conteúdo nos dias de hoje.

Alguns trechos foram editados ou suprimidos para preservar a privacidade e a intimidade dos membros do canal, mas o grosso do conteúdo permanece.

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042 - NFT e criptoarte: o que é, afinal?

042 - NFT e criptoarte: o que é, afinal?

March 22, 2021

Partindo do começo: você possivelmente esbarrou alguma vez nos últimos anos com a expressão “blockchain” - se você não está lembrando, deve se lembrar da aplicação mais famosa dessa tecnologia: a criptomoeda bitcoin. De tempo em tempo ela aparece na mídia, normalmente em um momento de abrupta valorização ou desvalorização, e as opiniões a respeito do bitcoin tendem a ser sempre acaloradas - é o futuro da economia, é um esquema de pirâmide, é o capital emancipado do estado, é uma bolha de investimento… Provavelmente, se você tem uma opinião sobre bitcoin, ela é uma opinião bem forte. 

Isso parece ser verdade sobre a maior parte das aplicações da tecnologia de “blockchain” - uma tecnologia de criptografia capaz de gerar artefatos digitais únicos, que podem ser usados como moedas - como é o caso do bitcoin - mas que também têm visto inúmeras outras aplicações ao longo da última década. No último mês, explodiu no Twitter - em particular nos círculos de artistas visuais - uma das mais recentes aplicações da tecnologia, não menos polêmica que o bitcoin: os chamados “NFTs”, ou “Tokens não-fungíveis”, que são usados de diferentes maneiras, entre elas para a transação de obras de arte - em um movimento - se é que já pudemos chamar assim - que vem recebendo o nome de “criptoarte”.

Nesse episódio a gente começa do conceito de "blockchain" para explicar toda essa cadeia de conceitos, até chegar na "criptoarte". 

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041 - violência de gênero nos videogames

041 - violência de gênero nos videogames

March 15, 2021

Um recente caso de feminicídio cometido contra uma atleta da cena dos e-sports é um exemplo extremo de um conjunto de fatores que permeiam a cultura dos video games que merecem ser analisados com mais calma. Nesse episódio, recebemos as professoras Beatriz Blanco, do Centro Universitário SENAC de São Paulo, e Gabriela Kurtz, da PUC-RS, especialistas no estudo das relações entre violência, gênero e games, para entender melhor: como a cultura dos games reforça, reflete ou reproduz um padrão de violência misógina? Como se deu a construção histórica dos videogames como "brinquedos de meninos"? Qual o papel a imprensa teve nesse processo? Como a violência do lado de dentro da tela se relaciona com a violência do lado de fora? Todas essas questões e várias outras neste episódio especial do em prosa.

 

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040 - da ideia à filmagem: escrevendo uma série, com mirna nogueira

040 - da ideia à filmagem: escrevendo uma série, com mirna nogueira

March 8, 2021

Para quem fica do lado de cá da televisão, pulando aberturas e avançando para os próximos episódios, o processo de produção de uma série pode parecer quase mitológico. Como a ideia de alguém acaba se tornando um produto audiovisual?

“Roteiro” é uma palavra cotidiana. Quando alguém vai elogiar (ou criticar!) um filme, uma das palavras que a gente espera ouvir ali é justamente “roteiro”: agora, se essa palavra será empregada da forma certa é uma outra história. Por mais que gostar de fazer maratonas intermináveis de séries não signifique necessariamente entender ou se interessar pelos processos que estão envolvidos nos bastidores dessas produções, fato é que muitos de nós, espectadores, temos nossas dúvidas e curiosidades sobre como uma série é escrita.

Quem são os roteiristas, são gênios, homens introspectivos, intelectuais de óculos e barba possuidores de muito talento individual? Como funciona a tal da sala de roteiristas? Para responder essas e outras perguntas, temos hoje a oportunidade de conversar com a Mirna Nogueira, uma roteirista de verdade (e sem barba!).

 

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039 - como ser “dark” a 40ºc?, com malfeitona e sebastianismos

039 - como ser “dark” a 40ºc?, com malfeitona e sebastianismos

February 22, 2021

Hoje estamos recebendo a Malfeitona, tatuadora fantástica, pesquisadora e criadora de conteúdo, e Sebastian - músico fantástico e, também, produtor de conteúdo - para conversamos sobre TROPICAL DARKZÊRA.

De um lado o carnaval, o tamborzão batendo debaixo do sol e gente suada pulando e dançando ao lado do carro de som. A palmeira ao longe, com pássaros coloridos, roupas ainda mais coloridas, com penas e bastante calor - aquele calor de 40º entre praias, praças, bares e piscinas. É samba, é pagode, é batidão.

Do outro lado as roupas pretas, pulseiras de spikes e coturno. Uma imagem medieval de cavaleiros, com espadas e armaduras no inverno nórdico. Música pesada, com guitarras distorcidas, vocal gutural e às vezes até um copse paint cabuloso na cara com tintas em preto e branco, escorrendo num visual sombrio por entre os cabelos longos.

Essas criaturas trevosas existem no Brasil, mas algo nessa ideia de ser trevoso e tropical parece não se encaixar direito… ainda há espaço para trabalharmos no conceito de "ser dark" no Brasil, fazer do "dark" algo mais nosso, que faça sentido nesse nosso contexto latino, complexo, tropical, festeiro e... quente.

Daí fica essa pergunta: como é possível ser tropical darkzêra?

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038 - o futuro dos super-heróis, com mikannn

038 - o futuro dos super-heróis, com mikannn

February 8, 2021

Seres super-poderosos vestidos em roupas apertadas coloridas ocupam a cultura de massa estadunidense - e, por extensão, a do mundo inteiro - desde 1938, quando o Super Homem fez a sua estreia nas páginas da revista em quadrinhos Action Comics 1. Nas últimas oito décadas, os super-heróis foram de uma diversão passageira para um dos principais motores da bilionária indústria do entretenimento contemporânea. 

Com o recente fim da saga dos Vingadores contra Thanos, em 2019, contudo, cada vez mais pessoas se perguntam: até quando esse modelo é sustentável? Até quando a gente vai se manter interessados por super-heróis nas nossas telas? O gênero “filme de super-herói” chegou para consolidar seu lugar no panteão do audiovisual ao lado de gêneros imortais como o cinema de terror, ou está fadado a ser uma moda passageira, relegada a um segundo plano da indústria hollywoodiana, como o foram o faroeste ou os musicais?

Se é possível pensar em uma crise das narrativas de super-heróis no audiovisual, talvez haja um produto de mídia extremamente recente que seja o pano de fundo perfeito pra essa conversa: a série “Wandavision”, que está sendo lançada por Streaming no serviço Disney+, e acompanha dois dos principais personagens do Universo Cinemático da Marvel - Wanda Maximoff, a Feiticeira Escarlate, e o sintezóide Visão - no período que sucede os eventos do épico “Vingadores: Ultimato”.

 
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037 - pirataria na pesquisa brasileira

037 - pirataria na pesquisa brasileira

January 25, 2021

Se você frequenta ou frequentou alguma instituição de ensino superior você deve ter sido apresentada à alguma copiadora universitária ainda no seu primeiro semestre de curso: aquela copiadora onde livros são clandestinamente copiados todos os dias e onde artigos e capítulos de livros são impressos às centenas. Práticas piratas estão na base do ensino superior brasileiro. Xerocar um livro ou um artigo na copiadora não é tão diferente de fazer o acesso pirata pela internet.

Uma das lorotas que a gente ouve muito é que a “internet democratizou o acesso”. Quando a verdade completa é que a internet também escancarou a DESIGUALDADE do acesso. Sabemos exatamente onde estão as informações que precisamos para as nossas pesquisas, o problema é que para acessar esses textos de forma legal a gente precisaria desembolsar 20, 30, 50, 100 dólares. Você sabe com quantos artigos se faz um mestrado? Muito mais do que os que cabem em uma bolsa de 1500 reais. 

Para esse problema: SciHub, plataforma que permite o acesso gratuito a artigos científicos publicados nas revistas mais relevantes do mundo. Mas nem tudo são flores, afinal de contas o SciHub é uma ferramenta PIRATA que a indústria da publicação tenta derrubar DIARIAMENTE. A conta do SciHub foi banida do Twitter agora, no início de 2021 e Alexandra Elbakyan, criadora da plataforma, teve sua pesquisa interrompida contra sua vontade e encontra-se em uma localidade desconhecida, porque teme por sua segurança. A mesma Alexandra Elbakyan foi listada pela Nature em 2016 como uma das dez pessoas mais importantes para a ciência.

Para conversar sobre o assunto recebemos depoimentos de várias pesquisadoras e pesquisadores brasileiros.

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036 - muito cyber pra pouco punk?

036 - muito cyber pra pouco punk?

January 1, 2021

Aproveitamos o hype de Cyberpunk 2077 para conversarmos com as maravilhosas Amanda Pavani, doutora e pesquisadora de ficção científica e com a Fernanda Dias, compositora e desenvolvedora do Studio Pixel Punk, para conversarmos sobre o gênero cyberpunk! Conversamos sobre a gênese do "cyberpunk", as péssimas representação de pessoas trans e condições de trabalho dos desenvolvedores no jogo Cyberpunk 2077 e muito mais!


Originalmente, essa conversa seria apenas uma live na Twitch, mas foi um sucesso tão grande que a gente resolveu lançar aqui também, para quem não pode acompanhar ao vivo ou para quem prefere ouvir como podcast.

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 Acompanhe a Amanda ( @amandapavani ) e a Fernanda ( @ironfairy_ ) no Twitter.

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035 - melhores do (pior) ano

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December 14, 2020

Que 2020 foi um ano difícil todo mundo sabe, mas até o pior ano de todos nos presenteou com produtos de mídia inesquecíveis (que inclusive deixaram o distanciamento social bem mais tolerável). Este último episódio de 2020 é um grande "cool do ano", uma chuva de recomendações e comentários sobre os produtos de mídia que a gente amou nesse 2020 insuportável! 

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034 - desmistificando a graduação em letras

034 - desmistificando a graduação em letras

November 30, 2020

A gente aprende na graduação em Letras que a maior parte das pessoas não faz ideia do que se estuda na Letras. Aproveitando as perguntas que recebemos sobre nossa formação, no episódio de hoje, Clara e Tavos, graduados em Letras, tentam responder sobre as suas formações, se a Gramática é uma parte fundamental do curso de Letras, as diferenças entre Linguística e Literatura, os estereótipos dos alunos do curso, pra que serve estudar Grego e Latim, as possibilidades de atuação profissional para quem cursou Letras e muito mais! 

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